Biografia

Será difícil classificar prehistoricos. E talvez seja esse o ponto.

A sua música cruza tempos, linguagens e gerações. Há a liberdade do jazz dos anos 70, o groove do funk, a irreverência do rock e uma permanente vontade de explorar para lá das fronteiras de cada género. O resultado é uma sonoridade instrumental difícil de colocar numa única prateleira — familiar nas referências, mas sempre à procura de um lugar novo.

prehistoricos não são de agora. São do passado e do futuro. São referências, histórias, memórias e visões transformadas em música por cinco músicos com percursos e influências distintas.

Liderado pelo baixista César Correia, o projeto junta André Gomes, Pedro Rodrigues, Rúben Garção Silva e Pedro Marques, num coletivo onde a composição convive com a improvisação e cada músico tem espaço para alterar o rumo da música.

Em 2023, editaram “7488”, o primeiro álbum — um código de acesso às ideias, memórias e influências de cada elemento da banda e uma viagem pelas diferentes décadas que ajudaram a construir a sua identidade.

Dois anos depois, em 2025, chegou “Bairro Novo”, dando continuidade a essa procura e abrindo novas possibilidades dentro do universo dos prehistoricos.

É, no entanto, em palco que a música ganha outra dimensão. Os temas não são tratados como estruturas fechadas: transformam-se, estendem-se e reagem ao momento. Os músicos comunicam entre si como se continuassem na sala de ensaios e convidam o público a entrar nessa conversa.

Por isso, um concerto de prehistoricos nunca acontece exatamente duas vezes da mesma forma.

Biography

prehistoricos are hard to define. And perhaps that is exactly the point.

Their music moves across eras, languages and generations. There is the freedom of 1970s jazz, the groove of funk, the irreverence of rock, and a constant drive to explore beyond the boundaries of any single genre. The result is an instrumental sound that is difficult to place in one category — familiar in its references, yet always searching for somewhere new.

prehistoricos are not from the present. They belong to the past and the future. They are references, stories, memories and visions transformed into music by five musicians with different backgrounds and influences.

Led by bassist César Correia, the project brings together André Gomes, Pedro Rodrigues, Rúben Garção Silva and Pedro Marques, forming a collective where composition and improvisation coexist, and every musician has the freedom to change the direction of the music.

In 2023, they released “7488”, their debut album — an access code to the ideas, memories and influences of each member of the band, and a journey through the different decades that helped shape their identity.

Two years later, in 2025, “Bairro Novo” followed, continuing that exploration while opening new possibilities within the prehistoricos universe.

But it is on stage that their music takes on another dimension. Songs are never treated as fixed structures: they shift, expand and respond to the moment. The musicians communicate with each other as if they were still in the rehearsal room, inviting the audience into that conversation.

That is why no two prehistoricos concerts are ever exactly the same.

Biografía

Será difícil clasificar a prehistoricos. Y quizá ese sea precisamente el punto.

Su música cruza épocas, lenguajes y generaciones. Está la libertad del jazz de los años 70, el groove del funk, la irreverencia del rock y una constante voluntad de explorar más allá de las fronteras de cada género. El resultado es un sonido instrumental difícil de encajar en una única categoría: familiar en sus referencias, pero siempre buscando un lugar nuevo.

prehistoricos no son de ahora. Son del pasado y del futuro. Son referencias, historias, recuerdos y visiones transformadas en música por cinco músicos con trayectorias e influencias diferentes.

Liderado por el bajista César Correia, el proyecto reúne a André Gomes, Pedro Rodrigues, Rúben Garção Silva y Pedro Marques, en un colectivo donde la composición convive con la improvisación y cada músico tiene espacio para cambiar el rumbo de la música.

En 2023 publicaron “7488”, su primer álbum: un código de acceso a las ideas, recuerdos e influencias de cada miembro de la banda y un viaje por las diferentes décadas que ayudaron a construir su identidad.

Dos años después, en 2025, llegó “Bairro Novo”, dando continuidad a esa búsqueda y abriendo nuevas posibilidades dentro del universo de prehistoricos.

Sin embargo, es sobre el escenario donde la música adquiere otra dimensión. Los temas no se plantean como estructuras cerradas: se transforman, se expanden y reaccionan al momento. Los músicos se comunican entre sí como si siguieran en su sala de ensayo e invitan al público a formar parte de esa conversación.

Por eso, un concierto de prehistoricos nunca sucede exactamente de la misma manera dos veces.

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