King John (picture by Rui Soares)

King John

Rock Alternativo

Doppelgänger, novo single de King John para este início de 2018.

King John acaba de disponibilizar o seu novo single Doppelgänger​, uma canção rock de carácter fincado, que traz consigo uma musicalidade refrescada, fruto de uma natural evolução técnica e da descoberta de novas sonoridades por parte do músico açoriano.

A exposição a uma nova vivência e a novos desafios, depois da mudança para Lisboa em Outubro de 2016, está bem presente neste novo tema, traduzindo-se numa letra cheia de conteúdo e carregada de sentimento.

Com Doppelgänger, King John defende com unhas e dentes o seu espaço musical e a sua identidade enquanto músico, ao mesmo tempo que se aproxima de projetos como os The Black Keys, The Arcs ou Jack White, a quem já foi comparado pela reconhecida plataforma de comunicação “The Line of Best Fit”.

Depois de 2 anos a passar por festivais e salas míticas em Portugal e fora de portas, e a gravar todos os seus EP numa pequena sala da sua casa em Ponta Delgada, edita agora a sua primeira canção gravada em estúdio profissional – JAP estúdios/José Pedro.

“O Rei dos Açores”, como foi denominado pela “Time Out”, prepara-se agora para conquistar Portugal continental e mais além.

Um pouco sobre King John 

King John, alter ego de António Alves, é originário da Ilha de São Miguel, nos Açores. O passado guarda-lhe uma vida num barco, uma carreira como jogador de futebol e nos últimos dois anos, uma ascensão vertiginosa na cena musical açoriana passando em todos os principais palcos do paraíso vulcânico: Festival Tremor, Monteverde Festival, Maré de Agosto o Coliseu Micaelense. Em 2016 apresentou-se também em Lisboa, Porto, Londres à boleia da tour do Festival Tremor, e aproveitou o embalo para se instalar em Lisboa.

Em outubro, lançou o EP “Blues Better Than Therapy”. Uma colecção de 5 canções de um rock que cheira a folk, com nariz de lobo e coração de homem à beira de um ataque de nervos. Há mel e socos debaixo da cintura, pisadelas em Donald Trump, dedicatórias de amor e uma capa com asas de anjo. Veio António Alves dizer que tem a América no sangue, e que o blues é a melhor terapia para exorcizar dramas, falar sobre o mundo e inscrever o que importa do presente. Veio afirmar também que a nova música açoriana está de saúde e recomenda-se.

Segue o King John


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“Doppelgänger”, the new single from King John, for the beginning of 2018.

King John just released is new single “Doppelgänger”, a rock song full of character, that brings a new flavor to the King’s sound, part of a normal technical evolution, and also of the discovery of new sounds, by the Azorean musician.

Being exposed to a new lifestyle and new challenges, after the move to Lisbon in October of 2016, is something that really shows in this new song, with a lyric full of content and feeling.

With “Doppelgänger” King John fights with everything he has to defend his musical identity, at the same time that he gets closer to some music projects like The Black Keys, The Arcs or Jack White, someone that he has been compared to in the past by the renowned “The Line of Best Fit”.

After 2 years playing in some of the major festivals and music venues in Portugal and abroad, recording all his EPs in a small room of his Ponta Delgada’s house, KJ releases his first ever single recorded in a professional studio – JAP studios/José Pedro.

“The King of the Azores” as he was called by “Time Out”, is now ready to conquer Portugal’s mainland and beyond.

About King John

First a song lost on the web and an underground show on a place that no longer exists in S.Miguel – Azores. Second, a past that hides a life at the sea, a career in football and a musician closed in his room, needing to explode the music he created in downtown Ponta Delgada. Third, some EP’s and singles home recorded, a show at Arco 8 Azores and an auspicious debut on Tremor Festival, in a room full to the ceiling.

Then, KING JOHN plays on the main stages of the Azores, from Coliseu Micaelense to Monte Verde Festival to Festival Maré de Agosto.

Lisbon, Oporto and London came just after.  The Line Of Best Fit said: ” King John delivers with a swagger and authenticity that would make Jack White envious.” Daily national newspaper Público called him “promising”.

King John has “americana” on his blood and the Blues are the best therapy to exorcise demons and talk about the world.

With the same shyness and courage, he’s ready to fly from the center of the Atlantic, to wherever he is allowed to land.
 

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